
Pelo menos, esse é o cenário para os sites de vídeos. No começo de 2009, a CBS termina o processo de reformulação do site TV.com, que sempre foi lembrado por seu aspecto mais de comunidade online, notícias e conteúdo mais amador.
O site, que manterá algumas ferramentas de interação entre usuários, passará somente a disponibilizar de graça programas e filmes completos da emissora e de parceiros.
A intenção da CBS é competir ou pegar uma parte do mercado do site Hulu, parceria da NBC e News Corp, que disponibiliza de graça na rede (apenas para usuários residentes nos EUA) capítulos completos de séries e filmes (com exibição de publicidade).
Diferente do chamado UCG (conteúdo gerado pelo usuário), esse tipo de conteúdo (gerado por profissionais) vem atraindo tráfego e anunciantes para as redes de TV. O Hulu já é o 6º site de vídeos mais visitado no mundo e está em crescimento tanto de tráfego como de receita com publicidade.
Em novembro, outro site deste tipo estreou, o Sling, que reúne filmes completos e capítulos de seriados da Sony e Warner. Neste ano, AOL e BrightCove pararam com os seus serviços de uploads de vídeos e passaram a publicar somente conteúdo de seus parceiros (CNN, ABC, WSJ etc).
E, aqui, no Brasil, o Globo Vídeos, que reúne conteúdo de novelas, jornais e programas da TV Globo, já é o 2º site de vídeos mais acessado no país, segundo a ComScore.
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