O Guardian convidou celebridades e cientistas ingleses para imaginar a tecnologia de seus sonhos. Valia de tudo. Imaginar o que quisesse.
Em meio a algumas invenções plausíveis, o comediante Ben Miller sugeriu uma chave em seu cérebro (foto acima), na qual poderia controlar a frequência – pensar somente em porcaria ou em coisas importantes. Michaela Strachan, apresentadora de TV, queria um gadget que permitisse ir ao trabalho sem poluir o meio ambiente (um “pássaro-robô” gigante).
Por sua vez, a revista Life que, recentemente, voltou à vida por meio da web, publicou uma galeria de fotos das 30 invenções mais patéticas de todos os tempos.
Uma mala antiladrões, que, ao ser puxada de sua mão pelo ladrão, você aciona um dispositivo que a faz abrir o fundo e derrubar tudo o que está dentro no chão. Acreditava-se que o ladrão se assustaria e não roubaria mais a mala. E ainda uma sauna móvel que você pode levar para a sala, o quarto, o escritório (foto ao lado).
Tudo isso me lembra o livro dos irmãos Eric e Jonathan Dregni, Follies of Science: 20th Century Visions of Our Fantastic Future, lançado em 2006, sobre “um futuro que nunca chegou”, a respeito de tecnologias e invenções que, em sua época, aparentavam genialidade, mas hoje soam utópicas e causam estranheza.
Veja também:
De onde vem aquele som da internet discada?


Deixe um comentário